Auxílio Emergencial em São Paulo é PRORROGADO. Entenda como receber!

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, apresentou um projeto, na última quinta-feira (04), que tem com o objetivo prorrogar por mais três meses o auxílio emergencial, dados às famílias pobres e trabalhadores informais na capital.

O benefício de R$100 foi pago entre os meses de outubro e dezembro, no ano passado, para os moradores da capital, devidamente cadastrados em programas sociais e vendedores ambulantes, desde que cadastrados na prefeitura.

A ideia é estender esse valor, por pessoa. Mas, é importante saber que ele só será destinado para às famílias beneficiadas do Bolsa Família, vendedores ambulantes, trabalhadores informais e outras pessoas que foram prejudicadas pela pandemia do novo coronavírus.

Ao todo, já foram beneficiados R$ 1,25 milhão de pessoas e o custo foi de R$ 400 milhões.

De acordo com o prefeito, a prorrogação do auxílio é necessária, pois a crise “sanitária, econômica e social”, provocada pela pandemia do Covid-19, não acabou e muitas pessoas ainda são prejudicadas, já que tiveram seus empregos afetados, seja pela diminuição do pagamento mensal ou pela perda do emprego.

Além disso, Covas relatou que com essa atitude, de estender o benefício, ele espera influenciar o governo federal para manter o auxílio emergencial.

Pagamento do auxílio

De acordo com o prefeito, o pagamento da nova rodada deve acontecer nos meses de março, abril e maio, dependendo da aprovação da Câmara de Vereadores.

É importante saber que como a base aliada de Covas tem a maioria na câmara, o prefeito não deve ter dificuldades em aprovar a medida.

“Precisamos acompanhar a evolução da epidemia, da crise financeira e do orçamento municipal para saber se será possível e se será necessário pagar além desses três meses”, disse o prefeito de SP.

Auxílio Emergencial

Além do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, outros políticos também são a favor do auxílio emergencial, como o novo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

No entanto, vale saber que eles defendem a diminuição de pessoas favorecidas e, que seja respeitado o teto de gastos.

Conheça os projetos que pretendem prorrogar o auxílio emergencial

Diante deste cenário, diversos políticos estão fazendo pressão para que o governo prorrogue o auxílio emergencial ou então crie um problema que o substitua, já que a população é a mais afetada pela crise causada pelo Covid-19.

Porém, o governo revela que o Brasil não tem recursos financeiros para dar a continuação do pagamento do auxílio.

Mesmo assim, alguns projetos aguardam para serem analisados e, assim, permitir uma nova rodada do auxílio emergencial.

Conheça alguns projetos que separamos para esta matéria:

– Projeto de Lei (PL) 5495/20 que pretende prorrogar o estado de calamidade pública e os pagamentos do auxílio, até 31 de março deste ano.

Este PL é de autoria dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania/SE) e Esperidião Amin (PP/SC).

– Projeto de Lei 5494/20 que propõe medidas excepcionais de proteção social a serem adotadas durante o período de recuperação econômica da crise, causada pela pandemia, com retorno dos R$ 600, durante todo o primeiro semestre de 2021.

O PL é de autoria dos senadores Rogério Carvalho (PT/SE) e Paulo Rocha (PT/PA).

A medida é similar ao auxílio emergencial, já que também é voltada para os beneficiários de baixa renda, sendo limitada a dois membros por família.

– Projeto de Lei 5.509/20, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), solicita prorrogação do auxílio emergencial, de R$ 600, com duração até 31 de março deste ano.

Existem outros Projetos de Lei aguardando a liberação da presidência da Câmara dos Deputados, que atualmente está a cargo do deputado Arthur Lira.

Entenda mais sobre o auxílio emergencial, criado pelo governo federal em 2020.

O auxílio emergencial é um benefício, concedido pelo governo federal, e destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados.

O objetivo é fornecer proteção emergencial no período em que o Brasil enfrenta a crise causada pelo coronavírus.

Vale saber que para receber o auxílio, é necessário pertencer à família, cuja renda mensal, por pessoa, não ultrapasse meio salário mínimo (R$ 522,50), ou que a renda familiar total seja de até três salários mínimos (R$ 3.135,00).

Bruna Santos
Jornalista formada pela Universidade Braz Cubas (UBC), em Mogi das Cruzes, com experiência em mídias impressas e on-line.

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